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Boletim Eletrônico - N° 1668 - #3
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Cachorro ou gato: qual a preferência do brasileiro?

Segundo uma pesquisa feita online pelo Instituto Qualibest com 3163 entrevistados, 70% tem algum animal de estimação. Destes 80% são cães e 38% gatos.

Apesar de cães serem a maioria entre os pets, é semelhante a proporção de donos de cães e gatos que concordam totalmente com a afirmação de que tratam seus animais “como gente” – 53% entre os donos dos caninos e 54% entre os de felinos.

O estudo mostrou ainda que 40% dos donos têm cães sem raça definida (o famoso vira-lata). Já entre os tutores de gatos, o número de felinos domésticos sem raça definida sobe para 66%. Isso pode estar relacionado ao número muito maior de raças de cães do que de gatos. Ou ainda, ao fato de ter um cachorro de raça ser um status social.

De acordo com a pesquisa, 25% dos donos de cães adquiriram seus animais através de uma pessoa próxima, e 20% acharam o animal abandonado. Entre os entrevistados que têm gatos, o número de internautas que encontraram seus animais abandonados na rua é de 40%.

Enquanto a maioria dos entrevistados que tem um felino em casa gastam entre R$ 51 e R$ 100, a maior parte dos participantes com cães gastam entre R$ 101 e R$ 200.

O aumento populacional nos últimos seis anos foi bastante grande. Sobretudo de gatos que cresceu mais que o dobro do que a de cães.

O que muda drasticamente é o motivo para as pessoas não terem cães ou gatos. 41% dos respondentes não tem cão por falta de espaço. Sendo que 30% dos que não tem cachorro pretende ter um futuramente. Enquanto o principal motivo para os que não gato é não gostar do bichano. E o segundo motivo é alergia. Infelizmente ainda nos deparamos com diversos mitos que envolvem a espécie.

Gatos em números

Os brasileiros estão cada vez mais gateiros e os dados comprovam: já são mais de 22 milhões de gatos no país, e a expectativa é ultrapassar 30 milhões até 2022, segundo dados do IBGE.

Além de serem animais inteligentes e amorosos, o aumento da população de felinos aconteceu também devido à mudança no estilo de vida das pessoas. Independência e fácil adaptação a ambientes pequenos são alguns dos fatores que têm levado o brasileiro a se interessar e optar cada vez mais pelos bichanos.

Companheiros de toda família

Uma pesquisa desenvolvida pelo instituto de pesquisa IBOPE Inteligência em parceria com a Waltham@Research Center e a Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade de São Paulo (USP) aponta os aspectos que os donos de felinos consideram positivos: o fato do animal entender o humor do dono, companheirismo, independência, tamanho e higiene.

Os estudos e pesquisas envolvendo número populacional, comportamento animal e do tutor comprovam o interesse da população em oferecer bem-estar e afeto ao seu pet. O compartilhamento de informações fundamentadas cientificamente enfraquece ‘mitos’ de que os gatos não são bons companheiros para crianças, adultos e idosos.

Pelo contrário, a sociabilidade do felino é construída ao longo de seu crescimento, assim como acontece com os seres humanos. Os filhotes são excelentes observadores, aprendem com facilidade ao observar a mãe e necessitam do contato inicial com a ninhada (notou alguma semelhança?). Outro ponto abordado no manual de boas práticas é a flexibilidade do gato em relação ao sistema social, isso porque podem viver solitários ou em grupos de tamanhos e espécies diferentes (cachorros, por exemplo).

Esses animais com personalidade bem peculiar, pelos lustrosos, já conquistaram o coração de muita gente e vêm povoando cada vez mais casas de brasileiros. Segundo Marcio Barboza, médico-veterinário e Gerente Técnico Pet da MSD Saúde Animal, os chamados “gateiros”, que são aqueles que têm uma preferência por gatos, amam a autenticidade e personalidade mais independente desses animais. Saber respeitar os seus limites e compreender as peculiaridades do seu comportamento é fundamental para a construção de uma relação saudável e de longo prazo com o animal.

Eu já tenho três gatos: Félix, Pérola e Doritos. E você, tem quantos?

O problema do gato (ou do gateiro) é ser muito fácil de cuidar. Assim, fica fácil ter dois, três, quatro… Mas não pode exagerar! Alguns veterinários apontam que o ideal é ter no máximo 5 gatos por pessoa. Assim há possibilidade de cuidado e garantia do bem-estar, com limpeza de caixa adequada e espaço agradável para todos. Eu já parei no terceiro. Esse é meu número limite para oferecer uma vida com enriquecimento ambiental e todas as necessidades atendidas.


Fonte: Estadão - Publciado neste site em 20/02/2020


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