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Boletim Eletrônico - N° 182 - #3
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Cães nascem sem patas dianteiras
 
Três filhotes de cães são caso raro no mundo inteiro em decorrência de não possuírem patas dianteiras
Três filhotes de cães são caso raro no mundo inteiro em decorrência de não possuírem patas dianteiras
Após a cadelinha uberabense Lili parir três filhotes que nasceram sem as patas dianteiras no dia 11 de maio, veterinários focaram a atenção no caso. De acordo com o veterinário Cláudio Yudi, o caso é muito raro em todo o mundo. 'Já é raro nascer um assim, mas todos de uma mesma ninhada terem o mesmo problema é mais raro ainda. Eu nunca vi descrito na comunidade científica um caso como esse', afirma.

A dona da vira-lata Lili, Silvana da Silva, diz que já tem a cadelinha há quase três anos e que esta é a segunda cria. 'Nunca deu problema nenhum não, não sei por que nasceu assim, mas já que veio é melhor cuidar com carinho', declarou.

A causa ainda é desconhecida, mas de acordo com o veterinário existem por enquanto apenas hipóteses. A primeira pode ser devido a causas genéticas. 'Pode ser que ocorreu algum problema nos cromossomos durante a gestação e causou a falta das patinhas'. A segunda são causas ambientais como, por exemplo, medicação ministrada no começo da gestação que pode ter interferido no desenvolvimento dos membros. A dona nega que tenha medicado a cadelinha. Outra teoria pode ser por causas infecciosas, como bactérias e vírus. Intoxicação por algum metal pesado como chumbo ou cobre também podem ser parte das causas. A última suposição pode ser por problemas no útero de Lili.

No momento, o veterinário diz que todos devem ter paciência para esperar o desenvolvimento dos filhotes e observar se eles vão desenvolver outros tipos de alteração. 'Eu estou contatando um pessoal de São Paulo para enviar amostras e ver se tem algum problema nos cromossomos'.
Ontem foram realizados radiografia e raios-x dos filhotes. A conclusão foi de que realmente não existe o início dos membros superiores. 'Eles ainda são muito filhotes, então podemos ver o que pode acontecer, pode ter algo no organismo dos filhotes'.

Ele afirma que tirando o problema nas patinhas, Peteleco, Pitoco e Vitória estão em ótimas condições e que atualmente eles estão em fase de risco como qualquer outro filhote. 'Todo filhote fica em fase de risco até os seis meses, após esse período o perigo passa, isso é com qualquer um'.

O caso será acompanhado de perto por toda a equipe de alunos e professores veterinários do Hospital Universitário de Uberaba, eles passam por fase de vacinação e aplicação de vermífugos, um procedimento padrão para cães domésticos. Yudi conclui ao dizer que tanto os filhotes como a mãe estão em ótimas condições. 'Agora vamos investigar a fundo, com parcerias fortes e uma atenção única', conclui.
 

Fonte: Jornal de Uberaba - Publicado neste site em 07/06/2011
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