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Boletim Eletrônico - N° 508 - #3
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Cadela envenenada é salva após receber sangue de vizinha


Uma cachorrinha que ingeriu veneno de rato foi salva pela cadela da casa ao lado. Mo, de quatro anos de idade, passou muito mal depois de encontrar e comer toxinas deixadas no solo perto de sua casa, em Somerset, Inglaterra. O veneno de rato é um anticoagulante que pode causar hemorragia interna e levar o animal à morte.

Debbie Perry, a dona do animal, disse que a cachorrinha não estava nada bem. Mas, por sorte, uma outra cadela que mora na casa ao lado pôde ajudar, segundo conta o jornal The Sun.

A britânica, de 51 anos de idade, viu Mo trazendo o veneno na cor azul, mas pensou que o animal fosse capaz de se recuperar em casa. Quando percebeu que o estado de saúde da cadela estava piorando drasticamente, Debbie resolveu levá-la, às pressas, ao veterinário. Os exames mostraram que a contagem de células vermelhas do sangue havia caído para menos da metade do nível normal.

Sem uma transfusão de sangue, a cadela morreria em cerca de 24 horas. “Ela precisava de uma transfusão de emergência para sobreviver”, conta Debbie.

O banco de sangue animal mais próximo estava a mais de 200 quilômetros dali, então Debbie teve de recorrer à ajuda de amigos. Felizmente, uma vizinha, Catharine Butler, 50, concordou em deixar seu enorme cão, Molly, doar um litro de sangue para Mo. “Eles precisavam de um cachorro grande e calmo para doar sangue e salvar a vida de Mo, então, é claro que não hesitei.”, conta.

A cadela melhorou e, depois de dois dias, estava bem o suficiente para voltar para casa. A veterinária Charlotte Hilleary disse que precisou agir muito rápido. Ela explicou que os tipos de sangue dos caninos funcionam de forma diferente da dos humanos. ”Um cão pode receber uma transfusão de imediato, sem ensaio de tipo, desde que seja a primeira vez que o animal tenha sido submetido ao procedimento. Ou seja, se o cão nunca teve uma transfusão de sangue antes, os riscos de uma má reação a ele são muito baixos. Neste caso, sabíamos que era a primeira transfusão de Mo e ela estava tão mal que precisávamos agir rapidamente“, disse.


Marina Knöbl

Fonte: Planeta Bicho - Publicado neste site em 03/02/2012

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